
Esta questão do desemprego é bastante interessante, na medida em sabemos todos que uma elevada percentagem dos desempregados encontra-se nesta condição por razões que ultrapassam o despedimento por excesso de funcionários ou a declaração de falência.
Fruto de alguma ingenuidade, acreditei, durante muito tempo que assim era - desempregado é o desgraçado que quer trabalhar e, por motivos vários, não arranja emprego (como de facto é o caso de alguns). Contudo, tenho contactado com um significativo número de pessoas que goza desta condição sem se justificar. Refiro-me às estratégias da reforma antecipada, refiro-me aos que são obrigados, pelos Centros de Emprego, a frequentarem formação para complementarem a sua experiência e saber, de forma a arranjar emprego mais depressa, negando-se a fazê-lo, refiro-me àqueles que se dão ao luxo de recusarem postos de trabalho porque ou fica longe de casa, ou não são remunerados conforme o desejado... espero não encontrar mais gente assim.
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